O uso de plantas medicinais é uma prática comum entre muitos cabo-verdianos, conforme relatado por vendedoras no Mercado do Platô. Sara Correia e Janira Barros enfatizam a importância de preservar esses saberes, que são transmitidos de geração em geração. Entre as plantas mais procuradas estão arruda, erva-doce, cháli e hortelã, com clientes buscando remédios caseiros. Vera Correia, colaboradora de uma loja no Platô, também destaca a tradição de buscar plantas medicinais, especialmente entre famílias do interior. O Dia da Medicina Tradicional Africana, celebrado a 31 de agosto, é uma oportunidade para reconhecer a relevância dessa medicina para as comunidades africanas. A Associação Cabo-verdiana de Medicina Tradicional Africana e Práticas Complementares, em parceria com a Universidade de Cabo Verde, realiza atividades para marcar a data.
Sociedade
Praia: Medicina tradicional mantém-se viva nas práticas e saberes mas deve ser melhor preservada – vendedores




