A Moave rejeita qualquer responsabilidade pela deterioração e queima de 184 toneladas de milho pertencentes à CIC, afirmando que o produto estava degradado e representava um risco sanitário. A empresa explica que o lote era remanescente de 1.500 toneladas recebidas da CIC em 2023, das quais mais de 1.300 toneladas foram levantadas sem problemas. O diferendo começou em 2024, quando a Moave reclamou o pagamento de serviços de armazenagem, e a CIC alegou que não poderia pagar devido a dívidas do Estado. A Moave afirma que nunca houve proposta ou acordo para a aquisição do milho e que a documentação da CIC confirma a recusa da entrega. A destruição do milho ocorreu em setembro, com a Moave comunicando a operação às autoridades competentes e convidando a CIC a acompanhar o processo.