A crónica discute a noção de 'urbanismo de afeto', que se concentra nas relações humanas dentro das cidades. A autora reflete sobre como as cidades devem ser projetadas não apenas como infraestruturas, mas como espaços que promovem a convivência e o afeto entre os habitantes. Ela critica a tendência de modernização que prioriza a construção de estruturas frias e sem alma, em detrimento da essência comunitária. A crónica também menciona a importância de observar as interações cotidianas nas ruas e como estas contribuem para a segurança e a vida social. A autora conclui que o direito à cidade deve incluir a participação dos cidadãos na sua criação e no reconhecimento da sua identidade.
Outros
Urbanismo de afeto – cidades que abraçam quem nelas vive. Crónica XVI

