O artigo discute um escândalo relacionado à destruição de 184 toneladas de milho, destacando a falha do Estado em supervisionar e regular a segurança alimentar. A situação é agravada por conflitos comerciais entre a CIC e a MOAVE, que geriu os silos, mas não garantiu a conservação do produto. O autor critica o silêncio do Secretariado Nacional para a Segurança Alimentar e Nutricional e exige uma investigação independente para apurar responsabilidades, incluindo possíveis consequências criminais. A destruição do milho é vista como um problema de Estado, dada a sua importância como alimento essencial.
Política
O milho que o Estado deixou arder




