O artigo explora a relação entre cultura e identidade em Cabo Verde, enfatizando que a cultura é uma trama de relações e não uma herança imóvel. A visibilidade cultural é crucial, pois a repetição de certas imagens e ritmos pode obscurecer outras expressões culturais das ilhas. O autor reflete sobre como a cultura de Santiago se tornou predominante, enquanto outras ilhas permanecem em silêncio. A liberdade cultural é vista como um ato de cultura, e a pedagogia da identidade seleciona quais expressões são amplificadas. O texto critica a desigualdade na homenagem a artistas e tradições, sugerindo que a insistência é necessária para que todas as culturas sejam reconhecidas e celebradas.
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