O procurador da República decidiu impedir Silvino Fernandes de representar Francisco Carvalho em um processo particular instaurado pelo antigo primeiro-ministro contra o atual chefe do Governo. Fernandes contesta essa decisão, afirmando que nunca foi notificado como arguido. Ele menciona que o procurador Nilton Moniz já esteve envolvido em outros processos relacionados a Francisco Carvalho e à Câmara Municipal da Praia. Em julho, o Ministério Público acusou Fernandes de receber uma remuneração indevida durante seu tempo na autarquia. Fernandes nega as acusações e sugere que há uma perseguição pessoal e política contra ele, associando essas ações a um suposto sistema liderado pelo PGR e o ex-primeiro-ministro.