O comunicado da Procuradoria-Geral da República (PGR), divulgado em setembro de 2026, responde a um artigo de opinião que questiona a legalidade das licenças sem vencimento concedidas a magistrados após o término de suas funções no PNUD em Timor-Leste. O autor do artigo afirma que, apesar de a PGR ter classificado suas alegações como 'inverdades e omissões propositadas', os fatos apresentados demonstram que os magistrados não receberam licenças sem vencimento de longa duração entre 2013 e 2014. A PGR defende que, em 2019, o Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) concluiu que não houve ilegalidade, mas o autor desafia a PGR a apresentar provas concretas sobre a concessão dessas licenças. O artigo destaca que, entre 2013 e 2014, o CSMP não concedeu tais licenças e que qualquer licença desse tipo deve ser publicada no Boletim Oficial. O autor também menciona que os pedidos de retorno ao quadro dos magistrados foram feitos sem a devida transparência sobre o término de suas funções no PNUD.