O ministro da Educação defende que Cabo Verde deve evitar a proliferação de instituições de ensino superior pelas ilhas e apostar na concentração das estruturas. Ele argumenta que a dispersão pode fragilizar o sistema e dificultar a garantia de qualidade. O ministro sugere que o Estado deve assegurar o acesso a um ensino superior de qualidade, mesmo que isso implique a deslocação dos estudantes para outras ilhas, com apoios como residências estudantis. Ele propõe que as principais estruturas de ensino superior sejam concentradas em Santiago e São Vicente, enquanto as restantes ilhas devem ter espaços equipados para o ensino à distância. Relativamente ao Fogo, o ministro menciona que o Governo está a avaliar a situação do ensino superior na ilha, considerando os custos e o reduzido número de estudantes. Ele também fala sobre a possibilidade de reforçar a formação profissionalizante no Fogo e destaca a importância de olhar criticamente para o sistema educativo.