O autor manifesta a sua preocupação com a insistência do Governo em manter as políticas de gratuitidade anunciadas durante a campanha eleitoral. Ele argumenta que, embora a intenção social dessas medidas seja válida, a gratuitidade não deve ser um princípio generalizado sem considerar os custos e a sustentabilidade financeira. O autor destaca que a saúde é uma área crítica, onde a gratuidade sem os recursos adequados pode levar a uma degradação da qualidade dos cuidados. Ele apela ao Governo para repensar essa política, sugerindo que uma abordagem mais equilibrada poderia proteger os necessitados sem comprometer a qualidade dos serviços.
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Gratuidades – Nada é verdadeiramente grátis

