O artigo aborda as reações nas redes sociais à participação do Primeiro-Ministro na 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas, considerando-as como desprovidas de lógica e irracionais. O autor argumenta que a participação deveria ser vista como uma oportunidade para promover Cabo Verde, mas que alguns a interpretam como desperdício. Critica a desonestidade de quem ataca as garantias do Primeiro-Ministro em relação à redução de despesas do Estado, mencionando a troca de viaturas de luxo por modelos mais baratos como um exemplo de contenção. O texto também refuta a narrativa de que a comunidade internacional se afastaria de Cabo Verde após as eleições, afirmando que a iniciativa privada tem demonstrado apoio a algumas medidas do governo. O autor conclui que as críticas são infundadas e refletem uma visão distorcida da realidade.
Política
Entre o despeito e a imbecilidade




