O chanceler alemão admite que o resultado das eleições em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental e em Berlim foi um “desastre” para a CDU, mas recusa-se a abandonar o cargo. A CDU obteve o seu pior resultado desde a II Guerra Mundial, com apenas entre 5% e 5,5% dos votos em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, enquanto em Berlim ficou em segundo lugar com 20%. Esta é a terceira derrota eleitoral da CDU em duas semanas, refletindo a insatisfação pública com o governo. Apesar das derrotas, o chanceler pretende continuar com a sua agenda de reformas, que inclui medidas para controlar os custos na saúde e segurança social. A pressão sobre o governo aumenta, especialmente em relação ao apoio militar à Ucrânia, e Merz reconhece que a situação exige coragem e firmeza.