Fernando Delgado considerou que a rejeição da sua candidatura às eleições presidenciais pelo Tribunal Constitucional foi baseada em princípios de má-fé, alegando que a irregularidade documental poderia ter sido suprida. Ele explicou que a irregularidade resultou de um acidente durante a organização da documentação em São Vicente. Delgado comunicou o incidente à Comissão Regional de São Vicente e apresentou provas, solicitando tempo ao Tribunal Constitucional para corrigir a documentação em falta. Ele questionou a forma e o momento da notificação para suprir a irregularidade, defendendo que deveria ter sido feita uma análise diferente da documentação. Além disso, apelou aos restantes candidatos para que se solidarizassem com a sua candidatura e solicitassem a revisão da decisão. O Tribunal Constitucional admitiu cinco candidaturas e rejeitou outras cinco, incluindo a de Fernando Delgado.