Intervindo no Climate Summit 2026, o Primeiro-Ministro de Cabo Verde defendeu que a justiça climática exige uma reforma fundamental da arquitetura financeira internacional e que os pequenos Estados insulares não devem ser penalizados pela sua vulnerabilidade. Ele afirmou que Cabo Verde, como pequeno Estado insular em desenvolvimento, fala com a mesma voz de outros países que enfrentam a crise climática. O Primeiro-Ministro destacou a necessidade de uma transição rápida, justa e equitativa para as energias renováveis e a implementação do Acordo de Paris. Ele também enfatizou que a adaptação e a resiliência devem receber a mesma atenção política e apoio financeiro que a mitigação. Francisco Carvalho argumentou que os pequenos Estados insulares em desenvolvimento não devem ser penalizados pela sua vulnerabilidade e pediu por financiamento acessível e recursos concessionais. Ele concluiu que investir nos pequenos Estados insulares é um investimento na resiliência global e no desenvolvimento sustentável.
Política
ONU: Francisco Carvalho defende que justiça climática exige reforma da arquitetura financeira internacional




