Intervindo no Climate Summit 2026, o Primeiro-Ministro de Cabo Verde defendeu que a justiça climática exige uma reforma fundamental da arquitetura financeira internacional e que os pequenos Estados insulares não devem ser penalizados pela sua vulnerabilidade. Ele destacou que as alterações climáticas são uma realidade existencial que afeta as economias e a segurança alimentar e hídrica. O Primeiro-Ministro afirmou que a adaptação e a resiliência devem receber a mesma atenção política e apoio financeiro que a mitigação, e que os pequenos estados insulares em desenvolvimento já estão a investir em infraestruturas resilientes. Ele pediu financiamento acessível e a operacionalização do índice multidimensional de vulnerabilidade. Além disso, garantiu que Cabo Verde continuará a fortalecer a unidade entre os pequenos Estados insulares e a construir parcerias para implementar compromissos políticos em ações concretas.
Política
ONU: Francisco Carvalho defende que justiça climática exige reforma da arquitetura financeira internacional




