A irmã Lúcia, que ajuda milhares de pessoas no norte de São Tomé e Príncipe, lamenta o êxodo migratório dos jovens, afirmando que é crucial apoiar aqueles que ficam. Ela observa que, apesar do abandono dos idosos e da pobreza, há sinais encorajadores, como o aumento do interesse dos pais pela educação dos filhos. O projeto que lidera oferece refeições, formação profissional e apoio à comunidade, mas enfrenta o desafio da emigração dos melhores alunos. A irmã Lúcia acredita que é vital focar na juventude que permanece no país e garantir que se sintam valorizados e motivados a contribuir para o desenvolvimento local.
Sociedade
Se os melhores emigram, temos de olhar pelos são-tomenses que ficam – Irmã Lúcia




