O primeiro-ministro estreou-se na Assembleia Geral das Nações Unidas, onde defendeu o reforço do multilateralismo, a justiça climática e uma maior representatividade de África nas instituições internacionais. Apresentou Cabo Verde como uma nação consciente das suas vulnerabilidades insulares e reiterou o compromisso do país com a Carta das Nações Unidas e o respeito pelo direito internacional. O primeiro-ministro abordou desafios como o terrorismo e a criminalidade, enfatizando a importância do investimento na juventude africana. Defendeu a modernização da estrutura da ONU e a reforma do Conselho de Segurança para assegurar uma representação equitativa do continente africano. No plano ambiental, destacou as alterações climáticas como uma questão premente de justiça para os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, sublinhando que os países que menos contribuem para a crise não devem suportar os seus impactos mais severos. Também enfatizou a importância da educação e outras prioridades nacionais para o desenvolvimento.