Numa intervenção em crioulo na ONU, o Primeiro-Ministro de Cabo Verde destacou que a dimensão de um território não deve limitar os sonhos do país, que tem uma história de superação. Ele reafirmou o compromisso de Cabo Verde com a Carta das Nações Unidas e a necessidade de diálogo e cooperação, enfatizando que a paz exige prevenção e instituições fortes. O Primeiro-Ministro também defendeu a importância de investir nos jovens e na educação como forma de promover a paz. Além disso, ele pediu uma representação africana mais justa no Conselho de Segurança da ONU, argumentando que a ordem internacional deve ser mais justa e inclusiva.
Política
Francisco Carvalho: Cabo Verde acredita na “prevalência do Direito sobre a força”



