Num contexto de debate global sobre Inteligência Artificial (IA), Hélio Varela critica as narrativas de 'perda de controlo' e defende uma abordagem pragmática para Cabo Verde. Ele argumenta que o verdadeiro risco está na concentração do poder tecnológico e propõe a criação de regras e instituições para gerir a IA. Varela destaca a importância da soberania tecnológica, sugerindo que Cabo Verde deve ser capaz de escolher e adaptar tecnologias sem depender de um único fornecedor. Ele enfatiza que os modelos de código aberto podem ser transformadores para países africanos, permitindo a adaptação às realidades locais e o desenvolvimento de soluções próprias.