A carta aberta ao Presidente da República aborda a questão da separação de poderes e a justiça no caso de Amadeu Oliveira. O autor argumenta que a separação de poderes pode ser usada como um escudo para evitar responder a perguntas difíceis, especialmente quando a legalidade da detenção é questionada. A carta menciona que Amadeu Oliveira foi detido sem a autorização necessária da Assembleia Nacional, o que levanta preocupações sobre a imunidade parlamentar. O autor sugere que a discussão deve focar na legalidade da detenção e não apenas em questões humanitárias, e critica a tendência de evitar o escrutínio das decisões judiciais.