A burocracia do Estado é apresentada como um empecilho, onde a criação de regras para organizar processos acaba por dificultar a vida dos cidadãos. Casos de ineficiência são comuns, com cidadãos enfrentando longas esperas e complicações para obter respostas e serviços. A digitalização, que deveria simplificar processos, muitas vezes não resolve a complexidade burocrática. A contratação de pessoal para serviços centrais pode levar anos, fazendo com que muitos desistam ou busquem outras oportunidades. Além disso, a autonomia das administrações municipais é questionada, pois muitas vezes dependem de decisões de gabinetes centrais. A situação dos serviços de notariado, que enfrentam longas esperas por recursos, exemplifica a frustração dos cidadãos. A crítica se estende à falta de um calendário administrativo que corresponda à realidade dos cidadãos, levando muitos jovens a considerar a emigração como uma alternativa.
Sociedade
Quem reforma a cultura administrativa?




