O artigo discute a campanha de descredibilização do Primeiro-Ministro de Cabo Verde, Francisco Carvalho, que foi alvo de críticas por representar o país na Assembleia Geral das Nações Unidas. O autor menciona a incredulidade de um diplomata brasileiro em relação à orquestração de uma imagem negativa do país durante um importante encontro internacional. Apesar das tentativas de rebaixar a figura de Carvalho, o artigo destaca que sua participação em Nova Iorque foi bem recebida e que seu inglês foi compreendido. Na Cúpula do Clima, Carvalho abordou a crise climática como uma ameaça ao povo cabo-verdiano e defendeu a unidade dos pequenos Estados insulares. Ele também enfatizou a importância da solidariedade e do compromisso com o multilateralismo, além de ter colaborado com a Austrália na aprovação de uma declaração política global sobre a crise climática. O artigo conclui ressaltando o compromisso de Cabo Verde com a cooperação internacional e a resolução pacífica de conflitos.
Política
Filhotes do “grande patrão branco” e do luso-tropicalismo arrotam despeito e ódio




