O PAIGC denunciou uma tentativa do Governo de eliminar a oposição, afirmando que a invasão da sua sede pelas forças de segurança é parte de um plano mais amplo. O líder do partido, Domingos Simões Pereira, destacou que a ocupação da sede se insere numa lógica de golpe, visando colocar o PAIGC em conflito com as instituições da República da Guiné-Bissau. Ele recordou a contribuição do partido para a luta pela independência e a democratização do país. A invasão ocorreu no dia em que terminou o prazo dado pelo Alto Comando Militar para que as instalações de partidos políticos se afastassem de locais estratégicos. O PAIGC não foi notificado formalmente sobre a desocupação e considera a ação uma materialização de intenções do ex-Presidente. A situação política na Guiné-Bissau permanece tensa após o golpe de Estado de novembro de 2025.
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PAIGC acusa Governo de tentar apagar oposição após invasão da sede




