Na Guiné-Bissau, o jurista Fodé Mané afirma que a nova Constituição, aprovada pelo governo de transição, foi elaborada para permitir a candidatura do ex-Presidente Umaro Sissoco Embaló, que está no exílio há cerca de 10 meses. Mané critica a legitimidade das eleições de dezembro, afirmando que as instituições estão controladas por pessoas leais a Sissoco e que não há questões jurídicas relevantes que impeçam sua participação. Ele considera que discutir a situação jurídica é um desperdício de tempo, pois o direito é moldado pela vontade de indivíduos. Mané também questiona a validade das eleições, sugerindo que são uma mera fachada, já que a oposição não pode se reunir e há manipulação nas condições de participação.
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Guiné-Bissau: Eleições de dezembro serão uma “fachada”




