O Brasil está promovendo iniciativas para proteger seu processo eleitoral do risco de interferência dos Estados Unidos. As agências de inteligência brasileiras estão em alerta para manipulação estrangeira, especialmente nas redes sociais. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotou novas regras contra a desinformação e solicitou medidas a empresas como Google e Meta. A Justiça Eleitoral ampliou iniciativas para reforçar a confiança nas urnas eletrônicas, convidando partidos e especialistas para testar os equipamentos. Além disso, o Brasil busca respaldo internacional, com diplomatas de vários países mantendo conversas sobre uma possível resposta conjunta após as eleições. Organizações internacionais, como o Carter Center, também estão aumentando o número de observadores enviados ao Brasil. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tem apresentado o Brasil como hostil aos interesses norte-americanos, enquanto o presidente brasileiro tem reagido contra possíveis interferências.