A crónica propõe uma inversão na forma como Cabo Verde aborda o desenvolvimento, sugerindo que o país deve exportar conhecimento produzido localmente em vez de importar modelos estrangeiros. A universidade é vista como um instrumento de soberania, capaz de responder aos desafios específicos do país, como a gestão da água e a exploração sustentável do mar. A crónica enfatiza a importância de acadêmicos que se envolvam diretamente com a realidade local, promovendo a ciência como um meio de independência. Além disso, sugere transformar ilhas como São Vicente, Boavista e Sal em centros de investigação oceanográfica, atraindo estudantes e cientistas internacionais para estudar a biodiversidade marinha e as alterações climáticas.
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A Universidade das Ilhas – Exportar saber, importar futuro. Crónica XVII

