Em Santo Antão, as ribeiras e os furos continuam por encher, apesar da chuva fraca a moderada que caiu recentemente. Produtores relatam prejuízos crescentes e pedem uma resposta antecipada e coordenada para lidar com a falta de chuva. O presidente da Associação Comunitária de Ribeira das Patas defende a necessidade de um plano estratégico anual para a seca, afirmando que a chuva em Cabo Verde é imprevisível. A falta de chuva comprometeu a agricultura de sequeiro e levou a uma redução das culturas de regadio, afetando a economia local. A situação é semelhante em Casa de Meio, onde a falta de chuva e altas temperaturas agravam as dificuldades das famílias. Os agricultores enfrentam problemas de germinação e maturação das culturas, com perdas significativas devido ao calor e pragas. Há um apelo por uma gestão estratégica da água e um maior acompanhamento das causas e consequências das mudanças climáticas. No Planalto Leste, a escassez hídrica é visível e os moradores relatam a falta de trabalho, afetando especialmente as famílias chefiadas por mulheres.
Sociedade
Chuva dos últimos dias ainda não é suficiente para salvar ano agrícola em Santo Antão




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