A presidente da Acarinhar defendeu a necessidade de maior união entre famílias, Estado, autarquias, ONG, empresas e sociedade civil para garantir uma vida mais digna e inclusiva para pessoas com paralisia cerebral. Em declarações à Inforpress, destacou as barreiras físicas e sociais que essas pessoas enfrentam, como a falta de condições de mobilidade e acompanhamento adequado. Entre as medidas sugeridas estão a criação de centros de dia e o acesso a atividades culturais e recreativas. A presidente também mencionou o preconceito como um obstáculo significativo à inclusão, ressaltando que muitas pessoas com paralisia cerebral são erroneamente consideradas como tendo limitações intelectuais. A Acarinhar promoveu atividades na cidade da Praia para comemorar o Dia Mundial da Paralisia Cerebral, enfatizando a importância da união na construção de uma sociedade inclusiva. Além disso, apontou a falta de dados atualizados sobre a população com paralisia cerebral em Cabo Verde como um desafio a ser enfrentado.