O artigo discute a importância do reforço da frota marítima e da implementação de uma tarifa social de 500 escudos, destacando que estas medidas devem fazer parte de uma verdadeira Política Nacional de Transporte Marítimo. A mobilidade inter-ilhas é apresentada como uma questão de coesão nacional e igualdade de oportunidades, enfatizando que viver numa ilha não deve resultar em desigualdade no acesso a serviços essenciais. O Estado deve regular a rede de transporte, garantindo serviços adequados e eficientes, enquanto os operadores devem cumprir com padrões de qualidade e horários. O artigo conclui que a verdadeira integração de Cabo Verde depende da capacidade de unir as ilhas através do mar.