A Sol-Atlântico regista um défice de cerca de 90 trabalhadores, especialmente motoristas, o que levou a que 30 autocarros estejam parados. A empresa tem estado a recrutar condutores tanto no país como no estrangeiro. Desde 2022, a empresa tem enfrentado uma saída gradual de trabalhadores, com a situação a agravar-se a partir de 2025. Actualmente, a empresa conta com cerca de 170 colaboradores, mas necessita de mais 90 para assegurar o funcionamento normal dos serviços. A maioria dos autocarros parados está operacional, enquanto alguns aguardam reparação. A Sol-Atlântico já identificou cerca de 30 potenciais condutores em outros países africanos e está a aguardar a conclusão dos processos administrativos para a entrada gradual destes novos motoristas. Em relação aos salários, a empresa considera que os valores praticados estão ajustados à realidade nacional, com actualizações anuais de cerca de três por cento. A empresa está também a avaliar o impacto dos preços dos combustíveis na sua estrutura de custos.
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Sol-Atlântico regista défice de 90 trabalhadores e mantém 30 autocarros parados

