O presidente da Câmara de Comércio de Sotavento defendeu que os países que beneficiam de recursos humanos cabo-verdianos qualificados devem compensar Cabo Verde pelo investimento feito na formação desses jovens. Ele destacou que é injusto que países desenvolvidos busquem recursos humanos em Cabo Verde sem contribuir. Embora tenha reconhecido que Portugal já contribui para a formação profissional no país, considerou que esse apoio é insuficiente. Além disso, manifestou preocupação com a pressão de investidores estrangeiros em segmentos do mercado, sugerindo que é necessário criar instrumentos de apoio às microempresas e reforçar as condições para que os empresários nacionais possam sobreviver e crescer. O encontro entre o Governo e o setor privado foi considerado interessante, pois permitiu discutir questões pendentes.