A Sol-Atlântico regista actualmente um défice de cerca de 90 trabalhadores, sobretudo motoristas, o que deixou 30 autocarros parados. A empresa está a recrutar condutores no país e no estrangeiro devido às dificuldades de recrutamento no mercado nacional. O presidente do conselho de administração mencionou que a empresa tem enfrentado uma saída gradual de trabalhadores desde 2022, com a situação a agravar-se a partir de 2025. A empresa passou de cerca de 180 colaboradores em 2020 para aproximadamente 170 actualmente, mas necessita de mais 90 trabalhadores para assegurar o normal funcionamento dos serviços. A Sol-Atlântico já identificou cerca de 30 potenciais condutores e mantém contactos com uma associação de países africanos. A entrada dos novos motoristas deverá ocorrer de forma gradual, à medida que forem concluídos os respectivos processos administrativos. Relativamente aos salários, a empresa considera estar a praticar valores ajustados à realidade nacional, com actualizações anuais. O presidente afirmou que a empresa está numa posição de expectativa em relação aos preços dos combustíveis e pretende avaliar melhor a situação até ao final do ano.