O artigo discute a noção de que o mandato do Governo deve ser avaliado após 100 dias, considerando essa ideia uma armadilha retórica que desgasta os novos governantes. O autor argumenta que o verdadeiro mandato é de cinco anos e que a atenção deve ser direcionada à implementação dos compromissos eleitorais, especialmente na criação de emprego com direitos. O texto critica a rendição a políticas neoliberais e enfatiza a necessidade de uma política social robusta que beneficie as camadas mais desfavorecidas da sociedade. Além disso, destaca a importância de um envolvimento ativo do partido que sustenta o Governo com a sociedade, promovendo um pacto social e interagindo com as comunidades. O autor alerta que a política não deve se restringir ao Parlamento e que um governo progressista deve estar conectado com as necessidades reais da população.
Política
O país paralelo pensa que o mandato do Governo é de 100 dias



