Um jurista defende que a comunidade internacional deve considerar a imposição de sanções ao regime da Guiné-Bissau para garantir a transição de poder. A falta de candidaturas para as eleições agendadas para 6 de dezembro levanta questões sobre a viabilidade do pleito, especialmente com a suspensão da atividade política no país. O jurista menciona que, com menos de 60 dias até a data marcada e sem um decreto convocando as eleições, as condições internas não permitem a realização de atividades políticas. Ele acredita que o Alto Comando Militar está se preparando para se manter no poder além do prazo estabelecido. Para uma transição pacífica, ele sugere que deve haver pressão interna acompanhada de uma postura mais firme da comunidade internacional, incluindo a possibilidade de sanções, como restrições de circulação e congelamento de contas dos líderes atuais.
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Guiné-Bissau: Sanções internacionais para viabilizar transição

