Segundo o BCV, o agregado monetário M2, que inclui moeda em circulação, depósitos à ordem, depósitos a prazo e depósitos de poupança, registou uma variação homóloga de 15%. Este crescimento foi impulsionado pelo aumento das disponibilidades líquidas sobre o exterior, que cresceram 26,5%. O crédito interno líquido aumentou 2,5%, devido à expansão do crédito à economia, que compensou a redução do crédito ao Sector Público Administrativo. O agregado M1, que inclui moeda em circulação e depósitos à ordem, e a quase-moeda, que inclui depósitos a prazo e de poupança, também mostraram variações positivas. As reservas internacionais líquidas aumentaram para 1.186,5 milhões de euros, com um aumento homólogo de 248,5 milhões de euros, impulsionado por entradas associadas a operações cambiais e recursos destinados ao Tesouro. O crédito à economia cresceu 7,7%, enquanto o crédito às empresas públicas não financeiras registou uma redução de 4,4%.