A investigação no âmbito da Operação Aurora pode prolongar-se por vários meses antes de o Ministério Público decidir quem leva a julgamento e por que crimes. Dos 25 arguidos, 18 estão em prisão preventiva, mas esta medida pode ser alterada à medida que o processo avance. As autoridades referem suspeitas de abuso sexual de crianças, prostituição de menores, lenocínio e omissão de auxílio. O processo está em segredo de justiça e todos os arguidos são considerados inocentes até uma decisão judicial definitiva. A investigação continua sob a direção do Ministério Público.