A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou que a inteligência artificial (IA) deverá afetar cerca de 40% dos empregos no mundo, com os jovens entre os mais expostos à disrupção. Durante as Reuniões Anuais do FMI e do Banco Mundial, ela destacou que, nos países de baixo rendimento, a pequena IA pode criar empregos e aumentar a produtividade. Banga citou exemplos da Índia, onde ferramentas de IA ajudam agricultores a melhorar a produção. Ela argumentou que a criação de empregos deve ser central nas estratégias de desenvolvimento, e que o setor privado é responsável pela maior parte dos empregos. A diretora-geral também enfatizou que as prioridades dos países em desenvolvimento diferem das economias avançadas, sugerindo que soluções tecnológicas mais simples podem ser mais benéficas.