O novo presidente do Movimento para a Democracia assumiu o compromisso de reforçar a democracia interna e abrir espaço a novas lideranças durante a XIV Convenção Nacional. Ele anunciou a criação de gabinetes de apoio e uma escola de formação política. Paulo Veiga criticou o Governo por uma distância entre promessas eleitorais e políticas públicas, e abordou o aumento dos combustíveis e as diretrizes do Orçamento do Estado para 2027. Ele expressou preocupações sobre a eficiência do Estado e prometeu fiscalizar as decisões do Executivo. A convenção também resultou na eleição de novos vice-presidentes e na criação de um Senado que será eleito em 2027.