Durante os primeiros 100 dias de governação, Francisco Carvalho enfrenta um paradoxo entre os números macroeconómicos positivos e a realidade vivida pela população. Apesar do crescimento do PIB e do primeiro excedente orçamental desde 2007, a pobreza ainda afeta 51,2% da população e o desemprego jovem permanece acima dos 15%. O governo propõe uma transição de uma 'Economia de Gastos' para uma 'Economia de Investimento Social', com um Orçamento Retificativo que prioriza a educação e a saúde. Programas estruturantes foram lançados, incluindo iniciativas para eliminar habitações precárias e aumentar a segurança hídrica. O Primeiro-Ministro assumiu a pasta das Finanças para garantir que as prioridades da campanha se traduzissem em decisões orçamentais concretas.