Nesta crónica, Benvindo Neves reflete sobre a superstição associada ao número 13, frequentemente visto como um símbolo de azar, mas que, para Cabo Verde, representa felicidade e conquistas no futebol. O autor menciona a qualificação histórica dos Tubarões Azuis para o Mundial 2026, destacando que este feito ocorreu num dia 13, assim como a primeira qualificação para a Copa Africana das Nações em 2013. O Estádio Nacional é descrito como uma fortaleza para a seleção, onde conquistaram 13 pontos durante a campanha de apuramento. Neves também observa que Cabo Verde se junta a outros 13 países africanos que participaram em Copas do Mundo, celebrando a quebra de um jejum de 20 anos sem novos estreantes. O texto termina com uma nota de otimismo e celebração em torno do número 13.