O candidato presidencial Gilson Alves acusou os Serviços Prisionais de violarem os seus direitos políticos ao impedir a sua entrada na Cadeia da Ribeirinha para contactar reclusos. Ele apresentou uma queixa-crime contra o director-geral, alegando que recebeu um despacho que o impede de entrar em qualquer estabelecimento prisional do país. Alves considerou que esta situação é uma violação dos direitos dos candidatos e dos reclusos, apelando a estes últimos para entrarem em 'modo de resistência'. A DGSPRS justificou a sua decisão, afirmando que os estabelecimentos prisionais não são espaços para atividades de campanha eleitoral.