O ministro da Justiça declarou que o Governo poderá alargar a revisão da utilização do património público, incluindo a suspensão de cedências de imóveis, para reduzir despesas com rendas e libertar recursos para outras prioridades do Estado. A medida se insere numa estratégia de redefinição das prioridades do Estado, visando a gestão do património para assegurar encargos com setores como saúde, educação e transportes. O ministro enfatizou a necessidade de parar de pagar rendas e evitar a duplicação de serviços, assegurando que a suspensão da cedência não visa prejudicar o Instituto Superior de Ciências Jurídicas e Sociais. A decisão de suspensão é provisória e deve ser entendida no contexto de uma análise mais ampla dos recursos do Estado.