O artigo discute a atuação política de Carlos Veiga, que foi chefe do Governo entre 1991 e 2000, e as suas promessas não cumpridas em relação ao setor marítimo, especialmente durante uma visita à ilha do Sal. O autor critica a falta de medidas concretas para melhorar as condições da delegação marítima, contrastando com a situação em Santo Antão, onde as condições eram melhores. Em relação a Paulo Veiga, o autor menciona reuniões sobre parcerias na segurança aquática que não resultaram em ações significativas, exceto pela construção de uma piscina oceânica em um contexto de forte exposição pré-eleitoral.
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