O artigo reflete sobre as responsabilidades da sociedade na prevenção do crime, destacando que a criminalidade não surge apenas no ato de cometer um crime, mas é influenciada por diversos fatores sociais e econômicos. O autor critica a tendência de associar a prevenção a atividades pontuais, como palestras e torneios, e defende que a verdadeira prevenção deve ser uma política pública estruturada, com intervenções coerentes e avaliação contínua. Além disso, enfatiza que a prevenção não deve tratar todos os jovens como potenciais delinquentes, mas sim oferecer oportunidades e ambientes seguros para todos.
Sociedade
Prevenir o crime: sabemos realmente como fazê-lo?




