O presidente da OACV manifestou preocupação com a redução da proporção de magistrados da primeira instância que cumpriram os objetivos fixados, de 77% no ano judicial 2024-2025 para 56% em 2025-2026. Ele pediu esclarecimentos sobre as causas e defendeu maior transparência sobre a situação dos processos pendentes nos tribunais, incluindo a antiguidade e o número de processos que aguardam sentença. Júlio Martins apontou insuficiências de recursos em algumas comarcas e solicitou uma avaliação da organização judiciária. Ele sustentou que a melhoria da administração da Justiça exige investimento adequado e pediu o reforço das verbas destinadas ao setor no Orçamento do Estado para 2027.