A Associação dos Municípios do Fogo e Brava defende um compasso de espera e diálogo com o Governo para convergir soluções na ligação marítima regional e evitar a duplicação de esforços e recursos. O presidente da associação, Nuías Silva, mencionou a necessidade de discutir com o Governo antes de avançar com a criação de uma empresa intermunicipal para assegurar as ligações marítimas. A Assembleia Intermunicipal apreciou um estudo de viabilidade que demonstra a viabilidade de uma ligação marítima entre as duas ilhas e os principais mercados turísticos do país. A associação pretende solicitar uma reunião com o ministro dos Transportes e o primeiro-ministro para discutir questões estratégicas para o desenvolvimento regional, incluindo a mobilização de água para a agricultura e pecuária. A visão é estabelecer ligações marítimas bi-diárias entre Fogo e Brava, semanais com Boa Vista e Sal, diárias com Santiago e quinzenais com São Vicente, visando facilitar a circulação de pessoas e mercadorias.