A polémica sobre a cedência de património público a instituições de ensino superior privados continua. O reitor da Universidade de Santiago, Gabriel Fernandes, desmentiu alegações de que a universidade teria sido privilegiada, explicando que a cedência do espaço ocorreu em 2010, com um contrato de 'direito de superfície'. Ele afirmou que, ao contrário do Instituto Superior de Ciências Jurídicas e Sociais, que recebeu património sem investimento, a Universidade de Santiago fez investimentos significativos, que superam o valor do terreno.
Reitor desmente que tenha havido favorecimento na cedência de espaço à Universidade de Santiago




