Os accionistas privados da TACV criticam o Estado e a Unidade de Acompanhamento do Sector Empresarial do Estado (UASE) pelo impasse na Assembleia Geral que não resultou na eleição de um novo Conselho de Administração. Eles apontam falhas na comunicação e tentativas de violação dos estatutos da empresa, o que compromete a transparência e gera incerteza institucional. A reunião anterior também havia sido suspensa por irregularidades semelhantes. Os accionistas expressam preocupação com a destituição da administração em exercício sem a eleição de sucessores, o que pode resultar em indemnizações. Além disso, criticam a tentativa de reduzir o número de administradores, o que contraria os estatutos da TACV. A presidente da Assembleia Geral suspendeu os trabalhos até que propostas conformes sejam apresentadas pelo Executivo.