O INSP alertou a população para evitar banhos em barragens, tanques e ribeiras enquanto os estudos sobre a esquistossomose estão em andamento em Santiago. A presidente do INSP, Sandra Brito, explicou que a vigilância malacológica ainda não abrange todos os municípios da ilha, impossibilitando a confirmação da presença do hospedeiro do parasita. A preocupação aumentou devido às chuvas que contribuíram para a acumulação de água em locais de banho. A identificação da doença em São Miguel e casos em Santa Catarina reforçam a necessidade de investigação. A presidente apelou para que a população siga as orientações do Ministério da Saúde e evite o contato com águas paradas. A expansão da vigilância permitirá obter informações mais abrangentes sobre a distribuição do caracol transmissor e reforçar as medidas de prevenção da esquistossomose em Cabo Verde.