A directora da Artiletra fez um balanço positivo dos 35 anos da publicação, afirmando que tem promovido a investigação, a preservação da memória histórica e a valorização do conhecimento produzido no país. Destacou iniciativas junto das escolas, como a oferta de exemplares e a produção de materiais pedagógicos, que despertaram o interesse de crianças e ajudaram professores. Apesar dos avanços no combate ao analfabetismo, alertou para a necessidade de reforçar hábitos de leitura de qualidade, defendendo que o acesso às redes sociais não substitui conteúdos que estimulem a reflexão. A directora também mencionou desafios como a sustentabilidade financeira e a distribuição dos exemplares, propondo a criação de um fundo específico para apoiar a imprensa cultural em Cabo Verde.