Paul Mackenzie, líder de uma seita apocalíptica, foi considerado culpado pelo assassinato de 191 pessoas, sendo a maioria crianças que morreram principalmente de fome. Outros 28 líderes da congregação também foram condenados por assassinato. Durante o julgamento, uma testemunha relatou que uma mulher grávida foi proibida de amamentar seu bebê, que morreu após 12 dias. A juíza destacou que os seguidores acreditavam que Mackenzie era 'porta-voz de Jesus'. Os corpos das vítimas foram enterrados em covas rasas na floresta, onde a seita operava. A sentença será proferida em 6 de novembro, e os culpados podem enfrentar prisão perpétua.